O que é Tuberculose?

Pesquisa sobre doenças comuns na Europa Medieval e que atingiu outras partes do mundo em diferentes períodos. A pesquisa foi realizada no contexto do ensino sobre Peste Negra aos alunos do 7º ano do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro. O resultado da pesquisa deveria ser entregue em ppt. O trabalho foi realizado pelas alunas Andreza e Marcella, da turma 1701. O trabalho não atendeu plenamente ao que foi pedido, mas percebe-se que houve dedicação das alunas.

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O que é Varíola?

Pesquisa sobre doenças comuns na Europa Medieval e que atingiu outras partes do mundo em diferentes períodos. A pesquisa foi realizada no contexto do ensino sobre Peste Negra aos alunos do 7º ano do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro. O resultado da pesquisa deveria ser entregue em ppt. O trabalho foi realizado pelas alunas Kailane e Adriane, da turma 1701.

As Cruzadas e a reconquista de Jerusalém na Idade Média

Durante estas últimas semanas, conversamos sobre as Cruzadas e vimos alguns de seus aspectos mais importantes. Mas se você faltou, está com dúvidas, ou quer aprofundar o que você já sabe: aqui você encontrará mais algumas explicações sobre o tema em questão.

O que foram as Cruzadas?

Primeira cruzada

As Cruzadas, em princípio, foram guerras travadas entre cristãos europeus e muçulmanos para reconquista de Jerusalém durante a Idade Média. E que, depois, adquiriu um caráter de expansão comercial para o oriente. 

Mas por que os cruzados queriam Jerusalém?

Para início de conversa, devemos entender o estopim dos conflitos, ou seja, o motivo que teria iniciado as expedições: em 1071, os turcos (muçulmanos) conquistaram Jerusalém e proibiram os cristãos de visitar o túmulo de Jesus – peregrinações que aconteciam sempre àquela região. Em 1095, o Papa Urbano II resolveu reagir e convocou os cristãos para uma guerra contra os “infiéis”, com a finalidade de conquistar a “Terra Santa”.  Assim, começaram as cruzadas ou as expedições militares que partiram da Europa, entre os séculos XI e XIII, a fim de combater os muçulmanos no Oriente.

Urbano II concílio em Clermont

Jerusalém: a terra santa para cristãos, judeus e muçulmanos

Vamos entender melhor qual é a importância de Jerusalém nessa história das Cruzadas?! Para tanto, observem onde está situada a região que estamos estudando.

 Jerusalém, cujo o nome em hebraico Yerushalayim significa “cidade da paz”, desde há muito tempo é lugar de conflitos. Se procurarmos nos jornais atuais ou prestarmos atenção às notícias dos telejornais, identificaremos notícias de guerras envolvendo a região onde Jerusalém está situada. Vamos ver por que motivos?

1- JUDEUS: Jerusalém é importante para os judeus por ter sido a capital do reino de Judá e por abrigar as ruínas do Templo de Salomão. Este templo fora construído a mando do rei judaico entre 974-937 a.C. e era onde ficavam as tábuas dos 10 mandamentos. O templo foi destruído e reconstruído várias vezes, e o que sobrou dele é chamado de Muro das Lamentações. Esse nome se deve  ao fato de os judeus – de várias partes do mundo – se dirigirem para lá para orar e lamentar a dispersão de seu povo após a destruição da cidade pelos antigos romanos.

2- CRISTÃOS: A cidade é sagrada por ser o local onde Jesus padeceu e foi morto, segundo as indicações bíblicas. Sobre o local onde Jesus teria sido sepultado, construiu-se a Basílica do Santo Sepulcro,no alto da Via Sacra, caminho que ele teria percorrido com a Cruz nos ombros. Até hoje, recebe muitos religiosos em procissão.

3- MUÇULMANOS: Para os muçulmanos, Jerusalém é uma cidade santa porque lá se localiza a mesquista que abriga o Domo da Rocha, ou seja, o rochedo de onde Maomé teria alçado voo aos céus.

Exposição de maquetes sobre o mundo feudal

Bom, pessoal, nas postagens a seguir vou colocar as fotos das maquetes que os alunos do 7º ano da Escola Municipal Presidente Roosevelt fizeram sobre o Feudo medieval. Os trabalhos ficaram muito bonitos! Os alunos se empenharam e estão de parabéns!!!

A atividade foi feita da seguinte maneira:

– Os alunos assistiram às aulas sobre Feudalismo e as transformações tecnológicas que o transformaram e aprenderam sobre a principal unidade econômica da época: o feudo. Estudamos sua divisão em manso servil, comunal e senhorial. E as relações que se davam entre a nobreza senhorial e os seus servos, que eram obrigados a pagar pesados tributos.

– Depois de estudarem sobre os conceitos importantes sobre o tema, fizeram trabalhos para fixação dos conteúdos.

– Para avaliação, as turmas foram divididas em grupos de até 5 alunos para que preparassem um maquete. Cada grupo deveria escolher uma parte do feudo para execução do trabalho, ou seja, manso servil ou senhorial. Como também conversamos sobre as feiras e os burgos, alguns podiam optar por representá-los nas maquetes.

– Os alunos também puderam consultar este blog para conseguir imagens que os ajudassem.

– Eles tiveram o prazo de 2 semanas para prepará-las.

– E, hoje, finalmente, expuseram seus trabalhos, apresentando para os colegas, inclusive de outras turmas.

– O objetivo deste trabalho era saber de que maneira os alunos apreenderam os conteúdos trabalhados, incentivando o trabalho em grupo e a criatividade deles. Para realizar este trabalho, eles precisaram estudar e isto ficou claro na arguição que fiz a cada grupo.

 

 

As divisões de um Manso senhorial

Abaixo, pessoal, vocês poderão obter mais detalhes sobre todas as áreas importantes do manso senhorial, e que faziam parte do cotidiano do camponês, e do senhor feudal na Idade Média.
1 – Celeiro; estábulo
2 – Igreja
3 – Ferraria
4 – Campos de pastagem comuns
5 – Campos cultivados senhoriais
6 – Pântano
7 – Forno
8 – Solo improdutivo
9 – Terra de pousio
10- Bosque
11- Campos cultivados pelos camponeses
12- Pomar
13- Prado
14- Moinho
15- Castelo
16- Casa do pároco
17- Aldeia

O que era o colonato medieval?

Como podemos entender o aparecimento deste novo tipo de mão-de-obra na Idade Média? Uma frase que poderia resumir nossa explicação é “o homem era juridicamente livre, mas era escravo da terra”. Ele não era escravo, que no sentido clássico significa ser uma propriedade, mas também não era completamente livre.

O colono tinha sua origem, especialmente, nos camponeses livres sem terra e nos marginalizados das cidades, que se deslocavam para o campo em busca de melhores condições de vida. Em troca de proteção em uma época de ameaças, estes homens recebiam pequenos lotes de terras os quais tornariam produtivos com seu trabalho. Sua estadia ficava sob a condição de entregar parte da produção ao dono da terra e dela não poderia se deslocar. O colono ficava “preso” ao lote que recebia.

O fato de ele poder viver e trabalhar no lote não o fazia dono da propriedade. Esta continuava a pertencer ao latifundiário que a cedia. Em caso de venda, por exemplo, o colono e e sua família eram vendidos juntos, passando a servir a outro senhor.