Sugestão de filmes: Rio Grande do Sul no século XIX

NetTo Perde sua alma

Data de lançamento 2001 (1h 42min)
Gênero Drama
Nacionalidade Brasil
14 anos

Anahy de las Misiones

 

Data de lançamento 1997 (1h 50min) Direção: Sergio Silva
Gênero Drama
Nacionalidade Brasil

 

Roteiro: Anahy de las Misiones é a saga de uma mulher e seus filhos lutando pela sobrevivência durante o período mais convulsionado da história do Rio Grande do Sul, a Revolução Farroupilha (1835-1845).  Arrastando um velho carroção sem bois com a ajuda dos filhos – Solano, Teobaldo, Luna e Leonardo, todos de pais diferente – Anahy enfrenta a guerra, a morte e o medo. Mãe-coragem, Anahy só tem um objetivo: manter unida sua família a qualquer custo. Para sobreviver, perambulam pelo Rio Grande no rastro das escaramuças entre os farroupilhas (revolucionários) e caramurus (legalistas, defensores do Império) recolhendo os despojos dos combates e negociando-os nos acampamentos dos soldados e ambas as facções.
Em seu êxodo interminável, Anahy tangencia episódios históricos e lendários da revolução, participando de alguns dos acontecimentos mais marcantes da rica epopéia farrapa. Evitando comprometer-se com qualquer um dos lados, acredita que assim a tragédia da guerra não vai envolvê-los. Inevitavelmente, porém, o conflito se infiltrará em suas vidas e Anahy assistirá impotente à dissolução de sua família. Primeiro é Teobaldo, que se une aos farrapos, incentivado por Manoel, jovem ferido que se agregou ao grupo. Mais tarde, Leonardo morre pelas mãos de um soldado. Enquanto uns partem, outros chegam. Junta-se aos mascates a morena Picumã, afilhada de Joca Ramires, um velho amigo de Anahy. Luna, que finge ter uma doença contagiosa para evitar o assédio dos homens nos acampamentos, engravida de um médico por quem se apaixonou. Anahy, no entanto, não se deixa derrotar pelos reveses: “A vida nunca tinha se enfurecido com Anahy de las Misiones como de uns tempos pra cá… Mas ainda sobrevivo a muitos desavindos”. À frente do que sobrou de seu clã – Luna, Solano e Picumã – a brava “morocha” avança, sem saber que vai ao encontro de um obstáculo além de sua determinação.  Fonte Aqui

 

O Tempo e o Vento

 

A CASA DAS 7 MULHERES

Título Original: A Casa das Sete Mulheres (Box 5 DVDs) – Brasil 2003
Atores: Thiago Lacerda , Giovanna Antonelli , Camila Morgado , Mariana Ximenes , Daniela Escobar , Marcello Novaes , Thiago Fragoso , Samara Felippo
Diretor: Jayme Monjardim , Marcos Schechtman
Sinopse: Um dos episódios mais turbulentos e emocionantes que o país já conheceu é magistralmente retratado nesta minissérie, com direção de Jayme Monjardim. Neste épico sobre a Revolução Farroupilha, as mulheres da família de Bento Gonçalves, o líder dos farrapos, são testemunhas e protagonistas de uma guerra que deixará marcas profundas em suas vidas. Em meio a batalhas vigorosas e personagens históricos, como Guiseppe e Anita Garibaldi, elas alternam situações dramáticas e momentos de pura magia. A Casa Das Sete Mulheres é uma história de amores e desencontros que vai conquistar seu coração de imediato. Uma obra repleta de idealismo, dor, coragem, solidão e paixões arrebatadoras. Você vai viver toda a intensidade dessas personagens e descobrir que quando os homens vão à guerra, as mulheres vão à luta.

Anúncios

Sugestão de Filme: Balaiada

Filme: Uma História de Amor e Fúria

Com traço e linguagem de HQ, a animação retrata o amor entre um herói imortal e Janaína, a mulher por quem é apaixonado há 600 anos. Como pano de fundo do romance, o longa destaca episódios da História do Brasil desde a colonização, passando pela Balaiada, até o futuro, no ano de 2096, quando é prevista uma guerra pela água. Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos

Curta-metragem: Balaiada. A guerra do Maranhão

 

Sugestão: Revolta dos Cabanos ou Cabanagem (1835 a 1840)

Mini-série para tv:  Revolta dos Cabanos.

Uma das mais trágicas revoltas da História do Brasil ocorreu na Amazônia, entre 1835 e 1840. Negros, caboclos e índios participaram ativamente do movimento que ficou conhecido como Cabanagem. Os rebeldes chegaram ao poder e nele permaneceram durante um ano e meio, em Belém do Pará. Foram três os presidentes cabanos: Félix Malcher, Francisco Vinagre e Eduardo Angelim. A partir de Belém, a Cabanagem se alastrou pela Amazônia até as fronteiras com Peru, Colômbia e Venezuela. A minissérie A Revolta dos Cabanos retrata os principais eventos desse conflito que provocou a morte de quarenta mil pessoas. Realizado em 2014.

Trecho sobre a repressão violenta à rebelião popular  e ao modo como se expandiu:

Curta-metragem: Cabanos

Foi produzido pela Escola Estadual Temístocles de Araújo, em Belém do Pará, que, sem qualquer patrocínio e contando apenas com a comunidade escolar realizou um filme sobre a Cabanagem. Os 110 atores são voluntários escolhidos entre alunos e ex-alunos. As gravações foram feitas em Curuçá, Icoaraci, Mosqueiro, no bairro Cidade Velha e na Ilha das Onças. Fonte: aqui.

Filme: O cônego. Senderos da Cabanagem

Longa-metragem sobre uma ficção inspirada em fatos históricos. A partir da experiência vivida pelo Cônego Batista Campos (1782-1834), a trama chega a Lavor Papagaio, Manoel Vinagre e diversos homens e mulheres chamados pela alcunha coletiva de “cabanos”. A história ambienta-se no período preparatório à eclosão da Cabanagem que teve seu desfecho em 7 de janeiro de 1835 com a tomada de Belém. Fonte: Aqui.

Período Regencial – resumo

A próxima série de postagens será sobre as rebeliões que ocorreram no Brasil durante o período regencial (1831 a 1840), iniciado após a abdicação (renúncia) de D. Pedro I ao trono do Brasil em favor do seu filho D. Pedro II. Como D. Pedro II ainda era criança – tinha apenas 5 anos de idade – e não podia governar, foram escolhidos três representantes que governariam até chegar à idade adulta. O período regencial chega ao fim com o chamado ” Golpe da Maioridade”, isto é, quando houve a antecipação da idade adulta para que o imperador pudesse governar, aos 14 anos de idade.

O período regencial é importante pois foi marcado por uma série de revoltas provinciais que colocaram em questão a autonomia das províncias, questionavam a centralização das decisões econômicas e políticas advindas do governo central situado no Rio de Janeiro – capital do Império. Foi um importante momento político sobretudo no que diz respeito à unidade territorial do país, posta em xeque pelas rebeliões provinciais que romperam com o governo central, proclamando governos republicanos. Outra característica desse período diz respeito à opção pelo uso de intensa força armada para combater as revoltas. Por exemplo, no caso da Revolta dos Cabanos (1835-1840), mais de 30 mil pessoas foram mortas no processo.

Sugestão de atividade: Combate ao mosquito Aedes Aegypti e História

Em nossa escola, fizemos uma ação de combate ao mosquito Aedes Aegypti, onde toda a escola se mobilizou. Durante um mês, produzimos uma série de trabalhos com os dois segmentos do Ensino Fundamental de modo a promover a sensibilização, construir e fundamentar o conhecimento sobre o mosquito e formas de combate. A justificativa deste projeto da escola dá-se porque a unidade de ensino se situa em uma localidade muito afetada pelas arboviroses disseminadas pelo Aedes Aegypti, fazendo-se necessário intensificar medidas educativas na escola.  Assim, optamos por estabelecer parceria com a Fiocruz, que possui uma equipe maravilhosa de atendimento e difusão de conhecimento, em um projeto chamado “10 minutos contra o Aedes”. Vale muito a pena entrar em contato com eles! Levam ovos, pupas, larvas e mosquitos para ensinar aos alunos sobre as fases de vida do Aedes e a melhor forma de combatê-los.

Em História, com o 8º ano, optei por trabalhar com a relação entre o tema das grandes navegações e a chegada do mosquito ao Brasil no século XVI. Assim, após revisar o conteúdo, solicitei aos alunos:

  • Mapas das rotas portuguesas no século XVI;
  • Construção de um texto sintético contendo: as razões para que os portugueses se lançassem ao mar, que navegassem pela costa africana e que viessem ao Brasil;
  • Imagens de embarcações utilizadas pelos portugueses no século XVI, principalmente de navios negreiros;
  • Entrevista ou texto de algum pesquisador que indique a origem do mosquito;
  • Mapa para localizar a origem do mosquito;
  • Algumas especiarias que interessavam aos portugueses e que ainda fazem parte de nossa alimentação: cravo, canela, pimenta, gengibre, noz moscada, por exemplo;
  • Imagens que nos permitam reconhecer o mosquito;
  • Texto sobre o ciclo de vida e formas de combate ao Aedes.

Metodologia:

  • Solicitei a todos os alunos que buscassem o máximo de itens sugeridos;
  • No dia da confecção de cartazes, os alunos foram distribuídos em grupos pequenos;
  • Cada grupo recebeu a missão de confeccionar um (ou mais, dependendo da quantidade de material coletado) sobre um determinado tema sugerido;
  • Verifiquei o material coletado pelos grupos e indiquei o tema do cartaz;
  • Caso faltasse ou sobrasse material, estes eram redistribuídos pelos grupos, de modo a estimular a cooperação e não a competição.
  • Enfatizei que o trabalho não era apenas do grupo, mas da turma e que serviriam para informar aos colegas e decorariam os murais do andar das salas de aula.

Resultado: Todos se empenharam muito!

Navio negreiro no século XIX

midium002Atribui-se essa imagem ao famoso fotógrafo Marc Ferrez, que a teria feito em 1882 em um navio supostamente francês. Contudo, há quem discorde. Por exemplo, em outro blog, obtive outras informações – a foto refere-se ao tráfico do Índico para os países árabes. Ou seja, na verdade, seria uma foto com africanos escravizados resgatados por um barco inglês no Oceano Índico. Neste fórum aqui, encontrei outras fotografias de embarcações que supostamente se dirigiam ao Golfo Pérsico carregados de africanos escravizados.

 

Sabemos, contudo, que a realidade do tráfico de escravos e da escravidão marcou nossa história até 1888, quando foi oficialmente abolida. Foram milhares de vidas dizimadas na prática comercial da escravidão, que em nosso país durou mais de três séculos! E essa ferida ainda marca nosso presente, por exemplo, com o racismo e a desigualdade social.

504px-Slaveshipposter-contrast

Navio negreiro inglês Brookes, de 1789. (Fonte: wikipedia)

 

Para saber mais sobre como eram chamados os navios negreiros, você pode clicar aqui.

 

O que é diáspora africana?

Ao fenômeno da migração forçada de homens e mulheres do continente africano para outras regiões do mundo deu-se o nome de diáspora africana ou diáspora negra. Esse fluxo de pessoas e culturas ocorreu, principalmente, nas transações comerciais que se realizavam no Oceano Atlântico.

 

Estimativa da população e distribuição

Continente / Pais População Afrodescendentes [3] população
Caribe 39.148.115 73,2% 28.671.508
Haiti 8.924.553 97,5% (90% negro) 8.701.439
República Dominicana 9.507.133 91,5% (81% negro)  ???
Cuba 11.423.925 35,00% ( 35% negro) 3.998.374
Jamaica[4] 2.804.332 97,4% (77% negro) 2.731.419
Trindade e Tobago 1.047.366 58,00% 607.472
Porto Rico 3.958.128 8,00% 316.650*
Bahamas[5] 307.451 85,00% 261.333
Barbados 281.968 90,00% 253.771
Antilhas Neerlandesas 225.369 85,00% 191.564
Santa Lúcia 172.884 82,5% 142.629
São Vicente e Granadinas 118.432 85,00% 100.667
Ilhas Virgens 108.210 79,70% 86.243
Granada 90.343 95,00% 81.309
Antígua e Barbuda 78.000 94,90% 63.000
Bermudas 66.536 61,20% 40.720
Saint Kitts e Nevis 39.619 98,00% 38.827
Ilhas Caimão 47.862 60,00% 28.717
Ilhas Virgens Britânicas 24.004 83,00% 19.923
Turcos e Caicos[6] 26.000 34,00% 18.000
Europa 190.856.462 2,1% 4.017.583
França[7][8] 62.752.136 3,0% 3.000.000
Reino Unido 60.609.153 1,9% (inc. parcial) 2.015.400
Itália,[9] 60.448.163 2,3% 1.600.000
Espanha 40.397.842 1,3% 505.400
Países Baixos[10] 16.491.461 1,8% 300.000
Portugal 10.605.870 2,0% 201.200
Rússia[11] 141.594.000 0,12% 400.000
Polónia 38.082.000 0,0% 4.500
República da Irlanda 4.339.000 1,1%  ???
América do Sul/América Central 425.664.476 27,3% 116.206.402
Belize 301.270 31,00% 93.394
Guatemala 13.002.206 2,00% 260.044
El Salvador 7.066.403 < 0,01% 0*
Honduras 7.639.327 2,00% 152.787
Nicarágua 5.785.846 9,00% 520.726
Costa Rica 4.195.914 3,00% 125.877
Panamá 3.292.693 14,00% 460.977
Colômbia 45.013.674 21,00% 9.452.872
Venezuela[12] 26.414.815 10,00% 2.641.481
Guiana 770.794 36,00% 277.486
Suriname 475.996 47,00% 223.718
Guiana Francesa 199.509 66,00% 131.676
Brasil[13][14][15][16] 190.908.598 8,00% 14.739.963
Equador 13.927.650 3,00% 417.830
Peru 29.180.899 3,00% 875.427
Bolívia 9.247.816 1,1% 108.000
Uruguai 3.477.778 4,00% 139.111
Paraguai 6.831.306 < 0,1% 0*
Chile 16.454.143 < 0,1% 0*
Argentina 40.677.348 < 0,1% 0*
América do Norte 440.244.038 11,8% 39.264.514
Estados Unidos[17] 298.444.215 12,90% 38.499.304
Canadá[18] 33.098.932 2,7% 783.795
México 108.700.891 < 1,00% 103.000
Oceania
Austrália[19] 21.000.000 0,9% (inc. parcial) 248.605
África subsariana 770.300.000 99% 767.000.000
Fora da África 5.821.000.000 2.,9% 168.879.165
Total 6.581.000.000 14,2% 936.384.565
Fonte: Wikipedia

Diáspora africana população

País População Posição
 Estados Unidos 46,320,743[20] 1
 Brasil 14.739.963 2
 Colômbia 9.452.872 3
 Haiti 8.701.439 4
 República Dominicana 7.985.991 5
 Itália 3.220.000 6
 França 3.000.000 7
 Jamaica 2.731.419 8
 Venezuela 2.641.481 – 6.999.926 9
 Reino Unido 2.080.000 10
 Cuba 1.126.894 11
 Peru 875.427 12
 Canadá 783.795 13
 Equador 680.000 14
 Trinidad e Tobago 610.000 15
 Nicarágua 520.786 16
Fonte: Wikipedia

Quem foi Marc Ferrez?

Principal fotógrafo brasileiro do século XIX, dono de uma obra que se equipara à dos maiores nomes da fotografia em todo o mundo. Mais conhecido do grande público por suas paisagens – sobretudo as fotografias panorâmicas da cidade do Rio de Janeiro e arredores, feitas com câmeras especiais em negativos de grande formato, técnica praticada por poucos fotógrafos do mundo e à qual ele dedicou toda a sua inventividade técnica. Como fotógrafo, foi, ao sabor dos trabalhos que lhe eram encomendados, versátil nos temas. Como pesquisador de técnicas e processos, num momento em que a fotografia passava por acelerada evolução, perseguiu e desenvolveu projetos pioneiros. Para conhecer as obras de Marc Ferrez, clique aqui. (Fonte: Instituto Moreira Salles)

Os primeiros mapas do Brasil (7)!

Durante toda esta semana, vimos mapas antigos do Brasil. Não tive a preocupação em apresentá-los em ordem cronológica. Caso esse seja seu interesse, é só procurar aqui que você consegue achá-los! Espero que tenham gostado de conhecer um pouco o modo como os navegadores e cartógrafos produziam os mapas – com suas imagens, animais míticos, monstros marinhos imaginários, com suas representações da fauna e da flora do Novo Mundo, bem como dos nativos de Pindorama. É bem diferente do modo como o país é representado atualmente. Lembrem-se que as tecnologias usadas no século XVI eram muito diferentes das que dispomos atualmente. Hoje, você, utilizando este mesmo computador, pode ter acesso às imagens do planeta, dos continentes, do seu país, etc, todos feitos via satélite, utilizando o aplicativo Google Earth. Que moleza, heim?! Muito diferente dos navegadores europeus que enfrentaram o mar bravio ou Mar Tenebroso, em frágeis embarcações de madeira, em busca de fama, riquezas, aventuras e especiarias.  Para terminar nossa série, aqui vai o último mapa. Até mais!

Atlas Português de 1519

Mais conhecido como Atlas Miller, nome de seu último dono particular. Inclui algumas cartas náuticas do cosmógrafo português Lopo Homem, com ilustrações de Antonio de Holanda. Este Atlas, de grande qualidade artística, foi mandado fazer pelo Rei D. Manuel. Acredita-se que seria um presente, mas não se sabe para quem. O Atlas mostra também um claro propósito de divulgar a grandeza do Império Lusitano. Tem, por exemplo, a bandeira da Coroa Portuguesa nas terras ao sul do Rio da Prata (atual Argentina), reivindicadas pela Espanha, com base em Tordesilhas. Foi um subproduto das matrizes cartográficas portuguesas, verdadeiramente usadas para administração e navegação. fato curioso é que Fernão de Magalhães saiu em sua viagem de circunavegação, naquele ano de 1519, e o Oceano Atlântico é apresentado cercado por terras, algumas inexistentes. As terras austrais seguem as linhas gerais do mapa de Piri Reis, de 1513. O Novo Mundo parece ser ser indicado como uma extensão da Ásia. Original na Biblioteca Nacional da França.

 

Terra Brasilis é uma das cartas do Atlas de 1519. Embaixo, o mapa-múndi, com o Mundus Novus / Brasil.

Atlas Miller

Terra Brasilis(Imagem ampliada e tratada)

Mapa-mundi

Antilhas, Terra Nova (Canadá) e o Oceano Atlântico Norte. Embaixo, o Norte da Europa, Mediterrâneo

Antilhas

Europa e Mediterrâneo

Norte Europa

Europa

Para ver mais, clique aqui.