Arquivo da categoria ‘Antiguidade Clássica’

Postado originalmente em Clio na Internet:

Desafios enfrentados pelo Império Romano

improman

Como vemos no mapa, o Império era muito extenso e mantê-lo protegido ficou muito caro, pois era necessário um exército numeroso e bem preparado, uma poderosa administração pública, além de uma boa infraestrutura constituída de estradas, muros de proteção, etc.

Para minimizar o problema, algumas medidas foram tomadas como, por exemplo, dar mais autonomia às administrações provinciais e contratar estrangeiros (povos germanos) para o exército. Em troca da participação no exército, os mercenários estrangeiros recebiam soldo ou terras nas fronteiras do Império. A seguir, vamos entender por que essas decisões não foram suficientes.

Havia profundos problemas! Eram eles:

COLISEU

  • Crises políticas: sucessões marcadas por guerras;
  • Colapso do sistema escravista: com o fim das conquistas perde-se a principal mão de obra;
  • Problemas econômicos: inflação elevada, altos impostos, preços elevados e grandes despesas do governo;
  • Dificuldade em manter a segurança das fronteiras do Império;
  • Difusão do Cristianismo;

Ver original 157 mais palavras

Ainda como parte dos nossos estudos sobre o período da Guerra Fria, especialmente no que se referem aos impactos da Guerra do Vietnã, hoje nós tivemos dois grupos apresentado trabalhos sobre o Movimento Hippie, ambos da turma 1901, da E.M. Oswaldo Teixeira. As apresentações serão postadas abaixo:  

Grupo 1:

Grupo 2:

Esta pesquisa foi realizada pelas alunas Lisandra, Maria Eduarda e Fabiana, da turma 1701, para contribuírem com o Projeto que estamos desenvolvendo na escola, que se chama “Griots: os contadores de história”.  Meninas, ficou faltando a referência (ou seja, o lugar) de onde vocês coletaram as informações abaixo. Fico esperando, ok?!

Bambaras

Os Bambara (Bamana na sua própria língua, ou algumas vezes Banmana) um povo que vive no oeste de África, principalmente no Mali mas também na Guiné, Burkina Faso e Senegal.1 2 Eles são considerados estar entre os maiores grupos étnicos Mande, e ser o grupo Mande dominante no Mali, com 80% da população que fala a língua bambara, apesar da etnia

Nome

Permanece o debate sobre a significação exata do nome “Bamanan”.3 O nome Bamana foi dito significar “Aqueles que rejeitam a Deus” (“infiel” ou “bárbaro”) derivado das palavras Mande Ban (rejeitar ou rebelar-se) e ana (Deus). Parece pouco provável que os vizinhos muçulmanos na era antes da conversão denominassem o Bamana na sua própria língua, e o Bamana realmente aceitou “o seu” Deus ou Deuses, tornando-se um nome improvável para se colocarem. Algumas pessoas Banmana, ao contrário traduziram o nome como “aceitação de nenhum mestre”. Não há nenhum consenso na origem do nome ou significação. O nome “Bambara” é provavelmente uma transliteração inexata de “Banmana” do francês

História

O Bamana originou-se como uma região do povo Mandinka, os fundadores do Império Mali no século XIII. Ambos uma parte do grupo étnico Mande, cuja história nunca antes conhecida pode ser rastreada até sítios próximos a Tichitt (agora “subsumbed” pelo Saara no sul da Mauritânia), onde os centros urbanos começaram antes de 1500 aC. Em 250 aC um subgrupo Mande, o Bozo, fundou a cidade de Djenne. Entre 300 e 1100 CE o Soninke Mande dominou o Sudão Ocidental, governando o Império Gana. Quando o Império Songhai Mandé dissolvido após 1600 CE, muitos grupos falantes de Mandé ao longo da parte superior da bacia do rio Níger voltaram em direção ao interior. Os Bamana apareceram na redondeza com a ascensão do Império Bamana nos anos 1740.

Publicado: 29/03/2013 em Antiguidade Clássica

Postado originalmente em Blog da Turma do Amanhã:

A palavra História tem origem grega e significa pesquisa. Portanto, o historiador é um detetive que investiga diversos aspectos da vida dos seres humano que vai desde a maneira como as pessoas se relacionam entre si, até as formas de trabalho, governo, pensamentos, valores, entre outros. Desde que haja um dedo de ser humano, o assunto pode interessar a um historiador.

perguntas_frequentes

O historiador é curioso. E você?

O historiador busca sempre responder à algumas perguntas básicas: Quando? Onde? Por quê? Na sua pesquisa ele vai identificar e relacionar o tempo, o lugar e o fato analisado. Sua intenção é interpretar e explicar, com as fontes que possui, o fato histórico. (Para saber mais sobre fontes históricas, clique aqui.)

É muito importante destacar que não existe apenas uma interpretação para um fato. Dependendo das abordagens e das interpretações, pode haver mais de uma versão sobre um mesmo fato! Então, resumindo…

Ver original 19 mais palavras